A noite começou com a prata da casa, Cristiano e Pako Piko Piedra, dupla de DJ’s com a sua música alternativa como que a dar o tom para os dois concertos que marcavam o warm up do festival O Basqueiral. As conversas estavam animadas e o público lá ia batendo o pé suave e levemente, com o copo na mão, à espera das bandas. A primeira foram os Kurtis Klaus Ensemble com a sua música com passo lento, mas pesado, levando-nos a viajar na sua bolha pelo universo profundo dos jardins do parque acompanhados de um brilho de sintetizadores para o desconhecido. O álbum “Hanau” é o primeiro trabalho editado da banda do Porto formada por Luís Mendes, Luís Veloso, Kevin Pires e Rodrigo Ferreira.
O aquecimento estava feito. Pausa para mais uns sons dos DJ’s da casa agora em ritmo mais acelerado, como que a preparar o público para uma viagem mais intensa.
Acabada a pausa mudamos para a Máquina, apertamos os cintos, ou não, e continuamos viajem num universo paralelo, atmosfera eletrónica industrial e techno. Com os sons de delays distorcidos da guitarra, riffs do baixo e a bateria a marcar o ritmo frenético, o público foi levado a fazer agora exercício físico, e não mental, fora de controle, num resto de viagem noturna cansativa para quem tinha pouca preparação. A “Máquina” veio de Lisboa e é composta por Halison, João e Tomás, peças de uma engrenagem bem oleada para altas rotações.
Venha o festival que o aquecimento esta feito e bem feito.
































